Galega sarará

Estrangeiro é o meu coração. Não é a cidade ou o sotaque, ou essa mania dos outros de morarem nessas casinhas tão apertadas.
A diferença é que quando eu volto, posso contar com todas as outras coisas.
O nascer do sol sou eu. O mar sou eu. O vento sou eu. Quem balança o coqueiro sou eu. Sou eu quem sussurra de madrugada.
Quanto mais longe eu vou, menos me encontro.

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