When I’m a ghost, I see no reason to run

Quem me conhece sabe que sou louca por música. Depois da literatura, é o meu escape mais precioso.

Longe de ser especialista, longe de querer dizer o que é bom ou ruim, eu acho que a única música que não presta, acho que posso estender para arte em geral, é aquela que não toca você. Até um forró com letras vulgares ou um funk proibidão tem lá seu valor em algumas camadas, com algumas pessoas.

Mas não estou aqui para discutir isso. Estou aqui para falar de mim.

Pois bem, além de ser louca por música, também me ligo em um guitarrista. Quando era pequena, assistia MTV com meus irmãos e era sempre pelos guitarristas que eu me apaixonava. Engraçado que guitarra é um instrumento que pode ser muito cafona, mas eu nunca me interessei pela guitarra propriamente, acho que eu gosto daquela coisa instrospectiva, algo entre o tímido e o egocêntrico. Como Frusciante, Nick Drake e a minha mais nova aquisição, Kurt Vail.

Pelo que pesquisei, Kurt (olha a intimidade) é da Filadelfia, tem umas músicas bem experimentais e ensimesmadas (amo). Para minha felicidade, o último disco dele teve um alcance maior e foi só assim que pude conhecer essa maravilha.

Desculpa Frusciante. Ainda te amo, ainda vou tatuar uma frase sua no meu corpo, mas a vez é de Kurt Vile.

MySpace do rapaz: http://www.myspace.com/kurtvileofphilly

Anúncios