Frágil

Eu sou um tipo bem clichê, o tipo que não gosta de nada dito, prefere o feito. Sou um tipo ridículo de mulher, muitos vão dizer, que reclama de tudo e, muitas vezes, até se parece uma esposa. Eu sou uma esposa. Eu nem ligo de reclamar de tudo, e, não só reclamo, como proclamo. Imagina se não houvesse alguém ditando diretrizes? É necessário guiar o amor, eu sou dessas, ou então, alguém acaba perdendo. Mas epa, isso sou eu. Eu sou eu. Eu sou uma bobona que acredita que a gente tem que acordar com foco. No outro. Sabe o outro? Seu colega, seu irmão, sua mãe, nada é bobagem. Focar no outro pode até parecer uma bobagem tremenda, muitos acham. Eu não. Eu super estou convicta de que esse é meu estilo de vida.

Tem gente que mata bicho,tem gente que mata gente, tem gente que mata tudo que vive e eu perdoo. Porque doido é um tipo que merece compaixão. Eu fico ali, indignada, mas faço meu exercício de deixar passar. Mas eu não consigo entender gente que maltrata o amor.

Porque amor não tem garantia. É bom para caralho e não tem garantia. Nem o sangue é garantia, meu irmão bem me lembrou. O amor é um puta de um esforço.

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