Umidade

Minha curiosidade não tem limites; é do tipo grosseira.
Não agüenta dou-não-dou, bota-tira.
É igual a todos os outros latidos do meu coração, quer na hora.
Ai do que não me contam,
Tum-tum quando demoro pra saber.
Ainda bem que de tanto passar vontade, calejei o entorno.
Na hora fico que fico, depois sossego.
Não sem antes xingar um pouquinho:
Deus, o mundo e quem mais me atiçou.
Essa coisa de viver que é quase um jogo, que distrai o que é vida de verdade, quero deixar em 2012.
Então é um decreto! Será uma resolução?
Não quero saber de nada em 2013, só de tudo que eu possa descobrir vivendo.
Estou sedenta pela minha própria vida e com tanta sede, nem importa que ela dê errado.
Toda novela tem uma platéia.
Serei eu mesma, a primeira da fila da minha história.

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