Just tolerate my little fist

Somos livres e esse é o inferno. Podemos dizer o que pensamos o que sentimos e que confusão. Cada um que risque um círculo ao redor de si e que fique ali, ilhado no direito de “ir e vir”, bradando com o falso alívio do movimento pulmonar inspira-fórmula, expira-grita a opinião que ninguém perguntou. Você perguntou? Você aí do outro lado está interessado no que eu tenho a dizer? Pediu? Mas estamos tão ansiosos para dizer qualquer coisa… Eu sei que estou. Eu não te conheço, minha oportuna plateia. Mas lavarei as mãos? Como vou praticar a bodhicitta que meu mestre me ensina, com alguém que está tão equivocado? Eu te respeito, eu só não te aguento nas minhas redes sociais. Eu não aguento nem mais esse humor, que defende minoria, mas continua achando engraçado fazer piada de pobre. Estamos tão desesperados que esquecemos que rir de nós mesmos é onde está a verdadeira graça. Foi, com certeza, quando eu ri com mais prazer. O tempo pede leveza, pede mesmo. Mas se sair do círculo for pesado, que venha a carga. As coisas são maiores que nós e estão funcionando sem que a gente precise fazer um post sobre isso. Mas fazer um post é preciso, escrever é preciso, falar sobre é preciso. Precisamos sair do armário em todos os sentidos.

E você? Ainda acha que cabe não ser deus?

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